Transportation Control Tower · DAT Exportação

DAT Export RemovalControl Tower™

Do recinto alfandegado ao ponto de embarque. DU-E, DAT, cutoff, rota, integridade e evidências sob governança contínua.

Export Movement ControlGovernança ativa
01
DU-E e rota validadasrecinto · terminal · cutoff · prazo
Aprovado
02
DAT preparadoDU-E · documentos · intervenientes
Gate
03
Trânsito monitoradoveículo · lacre · percurso · ocorrências
Em curso
04
Conclusão comprovadarecepção · baixa · evidências
Rastreável
Entre recintosrecinto → porto / aeroporto
Sob controletrânsito aduaneiro monitorado
Por marcoresponsável, prazo e evidência
Até a baixaconclusão formal do trânsito

DAT não é apenas acompanhamento. É uma operação que conecta DU-E, recinto, transporte, cutoff, lacre, recepção e evidência em uma única cadeia de controle.

A Tectril coordena exportador, despachante, recinto, transportador e terminal desde a análise da rota.
O resultado é uma remoção previsível, rastreável e comprovada até a recepção no ponto de embarque.

Proteção antes do cutoff

Três gates que protegem a remoção via DAT

Cada gate bloqueia uma inconsistência antes que ela se transforme em atraso, custo adicional ou risco aduaneiro.

GATE 01

Export Readiness & Route Gate™

Valida DU-E, carga, recinto, ponto de embarque, cutoff, rota e intervenientes.

Evita → rota inviável
GATE 02

DU-E & DAT Readiness Gate™

Reconcilia nota fiscal, DU-E, DAT, documentos comerciais, veículo e condições de liberação.

Evita → divergência documental
GATE 03

Terminal Reception Evidence Gate™

Confirma chegada, recepção pelo terminal e organização das evidências do handover.

Evita → processo sem baixa

Fluxo operacional integrado

Do despacho da exportação à conclusão do DAT

Uma Control Tower que atribui dono, prazo, status e evidência a cada marco.

01 · DIAGNÓSTICO

Prontidão da exportação

DU-E, carga, recinto, destino, cutoff, custos e riscos.

02 · PREPARAÇÃO

Prontidão documental

Dados, documentos, valores e intervenientes.

03 · DISPONIBILIDADE

Presença e liberação

Desembaraço, DAT, veículo e agendamento.

04 · EXECUÇÃO

Início do trânsito

Retirada, volumes, lacre, motorista, prazo e rota.

05 · EXCEÇÕES

Intervenção governada

Avaria, divergência, atraso e escalonamento.

06 · CONCLUSÃO

Recepção no terminal

Chegada ao porto ou aeroporto, aceite e dossiê.

Arquitetura de controle

Uma fonte governada para cada remoção

Marcos, responsáveis e evidências reconciliados do planejamento ao encerramento.

01
Export Route & Cutoff Control™Viabilidade, origem, destino, recinto, janela e requisitos.
02
DU-E & DAT Documentary Readiness™Conferência dos dados e documentos necessários ao trânsito.
03
Vehicle, Seal & Cargo Integrity™Veículo, motorista, lacre, volumes e condições físicas.
04
Transit Milestone & Exception Control™Início, percurso, prazo, ocorrências e próxima ação.
05
Terminal Reception Evidence Chain™Recepção, conclusão, baixa e dossiê final.

ICMS, ISS e faturamento

O tratamento tributário da remoção de exportação depende da natureza de cada trecho

A exportação da mercadoria não torna automaticamente toda prestação de transporte imune ou isenta. Percurso, município, estado, tomador, documento fiscal e vínculo comprovado com a exportação determinam o tratamento aplicável.

01 · INTERMUNICIPAL

Prestação sujeita ao ICMS

Transportes entre municípios são, em regra, prestações de competência estadual. A aplicação de imunidade, não incidência ou isenção exige enquadramento e documentação compatíveis.

02 · INTERESTADUAL

Rota e legislação estadual

Nos percursos entre estados, devem ser analisados origem da prestação, tomador, CFOP, CT-e, vínculo com a exportação e regras das unidades federadas envolvidas.

03 · INTRAMUNICIPAL

Possível incidência de ISS

Quando o transporte ocorre dentro do mesmo município, a prestação pode estar sujeita ao ISS e à emissão de NFS-e, conforme a legislação municipal aplicável.

04 · EXPORTAÇÃO

Vínculo precisa ser comprovado

DU-E, DAT, nota fiscal de exportação, documentos de transporte, recinto e ponto de embarque devem demonstrar a conexão da prestação com a operação internacional.

05 · DOCUMENTO FISCAL

CT-e ou NFS-e coerente

O documento deve refletir a natureza real do serviço, o percurso, o tomador, a tributação adotada e as informações exigidas pelo fisco competente.

06 · BILLING

Validação antes de faturar

Custo de compra, preço de venda, impostos, adicionais e evidências precisam ser reconciliados antes da emissão e do reconhecimento da receita.

Controle Tectril: “ICMS 0% na exportação” não deve ser aplicado como regra genérica. A conclusão depende da legislação vigente, da natureza do trecho e das evidências que vinculam o transporte à exportação.

Entregáveis de governança

Controle que deixa evidência, não apenas localização

Plano de remoção

Rota, recintos, janela, responsáveis e riscos.

Controle por marco

Status, prazo, owner, pendência e próxima ação.

Registro de integridade

Veículo, lacre, volumes, avarias e evidências.

Dossiê de conclusão

Recepção, baixa, documentos e comprovantes.

Performance e melhoria contínua

Indicadores conectados ao risco do trânsito

DAT ReadinessProntidão para registro.
Release-to-PickupLiberação até retirada.
Transit SLAConclusões no prazo.
Exception RateOcorrências por remoção.
Seal IntegrityConformidade de lacres.
Arrival EvidenceRecepções comprovadas.
Cost AccuracyCusto e venda reconciliados.
Closure AgingTempo até encerramento.

Quando esta solução faz diferença

Remoções que exigem coordenação real

Despacho realizado em recinto distinto do ponto de embarque.
Coordenação entre recinto, transportador e terminal de embarque.
Múltiplos intervenientes e janelas operacionais restritas.
Cargas sensíveis, serializadas ou com requisitos especiais.
Necessidade de trilha auditável até a conclusão.

Converse com a Tectril

Transforme a remoção via DAT em uma operação previsível, rastreável e protegida até o embarque.

Proteja DU-E, rota, cutoff, integridade e evidências antes de movimentar a carga.

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